Educação em desenvolvimento de jogos sociais que vai além do código
Nascemos da crença de que ensinar tecnologia exige mais do que apresentar sintaxe — requer construir experiências que conectem pessoas ao que realmente importa no mercado.
Em 2014, três desenvolvedores que trabalhavam em empresas diferentes perceberam algo curioso: muitos programadores sabiam criar funcionalidades, mas poucos entendiam como jogadores realmente interagiam com plataformas sociais. Essa lacuna entre conhecimento técnico e aplicação prática nos incomodava.
Protonex surgiu dessa inquietação — não como mais uma escola de programação, mas como um espaço onde estudantes aprendem a pensar em integração multiplataforma desde o primeiro projeto.
Uma jornada construída por tentativa e aprendizado
Começamos com seis alunos numa sala alugada em Contagem. Nenhum plano mirabolante, apenas a vontade de ensinar desenvolvimento de jogos sociais de forma diferente do que víamos no mercado.
Os primeiros meses foram desafiadores. Tínhamos experiência técnica, mas descobrimos rapidamente que criar um programa educacional eficaz é outra história. Alguns módulos precisaram ser refeitos três vezes até encontrarmos a abordagem certa.
Hoje, trabalhamos com turmas que variam entre 12 e 18 estudantes por ciclo. Esse número não é acidental — aprendemos que grupos maiores diluem a atenção individualizada que faz diferença no aprendizado de integração multiplataforma.

O que guia nosso trabalho diário
Aprendizado baseado em contexto real
Cada exercício que criamos vem de situações que encontramos em projetos comerciais. Não inventamos cenários hipotéticos — usamos desafios que desenvolvedores enfrentam quando integram plataformas sociais.
Transparência sobre limitações
Nossos instrutores compartilham abertamente quando algo não funcionou em seus próprios projetos. Essa honestidade ajuda estudantes a desenvolverem pensamento crítico sobre tecnologia, não apenas seguir tutoriais.
Evolução contínua do currículo
Revisamos o conteúdo programático a cada três meses, incorporando feedback de ex-alunos que já trabalham na área. Isso mantém nossos módulos alinhados com práticas atuais de mercado.
Como estruturamos o processo educacional
Nosso programa se organiza em módulos progressivos que constroem conhecimento de forma incremental, começando com fundamentos e avançando para integração complexa de múltiplas plataformas.
Projetos práticos desde a segunda semana
Teoria isolada raramente prepara alguém para resolver problemas reais. Por isso, estudantes começam a trabalhar com APIs de plataformas sociais logo nas primeiras aulas, mesmo antes de dominar todos os conceitos.
Esse método gera mais dúvidas inicialmente, mas também cria conexões mais fortes entre conhecimento teórico e aplicação prática. Alunos entendem o "porquê" das escolhas técnicas, não apenas o "como".
- Cada projeto aborda um aspecto diferente de integração social
- Instrutores atuam como mentores, não apenas corretores de código
- Estudantes apresentam soluções para a turma, praticando comunicação técnica
Colaboração reflete ambiente profissional
Projetos em dupla ou trio preparam estudantes para dinâmicas de equipe que encontrarão no mercado. Aprender a revisar código de colegas, negociar abordagens técnicas e documentar decisões faz parte do currículo.
Essa estrutura colaborativa também ajuda a identificar diferentes estilos de trabalho e preferências individuais — alguns alunos se destacam em arquitetura de sistemas, outros em resolução de bugs complexos.
Mantemos contato com cerca de 70% dos nossos ex-alunos, que frequentemente retornam para compartilhar experiências do mercado. Essas conversas informam ajustes no programa e criam uma rede de apoio que estende o aprendizado além da sala de aula.

Quem faz a Protonex acontecer
Nossa equipe reúne desenvolvedores que trabalharam em diferentes segmentos da indústria de jogos e agora dedicam tempo a formar novos profissionais.
Funcionamos com uma estrutura enxuta: quatro instrutores principais que dividem responsabilidades entre aulas práticas, desenvolvimento de material didático e acompanhamento de projetos. Não temos hierarquias complexas — decisões sobre currículo são tomadas em conjunto, baseadas em experiência prática e feedback de estudantes.
Cada instrutor mantém envolvimento com projetos externos, mesmo que em menor escala. Isso garante que nosso ensino permaneça conectado com práticas atuais de mercado, não apenas teorias acadêmicas.
Contamos também com colaboradores ocasionais — desenvolvedores de empresas parceiras que visitam turmas para compartilhar desafios específicos de seus projetos. Essas conversas expõem estudantes a diferentes abordagens e contextos de trabalho.
Para conhecer mais sobre como aplicamos esses princípios no desenvolvimento de conteúdo educacional, visite nossa página de Princípios de Desenvolvimento.
Próximas turmas começam em setembro de 2025
Estamos recebendo inscrições para o ciclo que inicia no segundo semestre. O processo inclui uma conversa individual para entender objetivos e expectativas — queremos garantir que nosso programa se alinha com o que você busca.